“Eu e você. Complicado e complexo. Porém, um amor jamais sentido por mim antes. Bom, na verdade, eu nem acreditava em amor. É, mais ou menos isso. Não acreditava que alguém pudesse gostar tanto de alguém a ponto de se perder e só se encontrar na pessoa, sempre achei isso impossível. E essa história de casar e criar uma família então, eu tinha horror! Até passar a acreditar. Eu; fria, triste, machucada. Encontrei você; desanimado, desempolgado e talvez triste (talvez porque isso você disfarça muito bem). E viramos, eu e você. Complicado (muito complicado) e complexo. Eu mudei de ideia do nada. Acreditei no tal amor do nada. Ok, talvez “do nada” seja a expressão errada. Mas é que eu não sei explicar o que foi que você fez comigo. Como pode alguém, “do nada” me encantar de tal forma? Como pode alguém mudar minhas ideias assim? E a minha forma de pensar? Putz… nem vou falar dos planos de vida planejados! O que eu planejo eu simplesmente não mudo! Digo, é praticamente impossível. Mas quando se trata de você né.. é um tipo de coisa sobrenatural, que acontece sem explicação. Como o acelerar do coração, a ofegância da respiração… os sentidos apurados ao seu toque. É como se eu fosse touch screen a você. Bom, talvez eu seja. Quando se trata de você, eu sou muitas coisas. […]”
“Quando foi a última vez que você pensou em mim?”
“Se acalma, pequena. Quem foi feito um para o outro, o destino dá um jeito de unir.”
“Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. Eu posso não ser o que tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor.”
“Se não vai cumprir não promete. É tão mais fácil e honesto.”
“Se tudo passa, como se explica o amor que fica?”